JOSÉ EUGÊNIO DE FREITAS LUNGUINHO73699942449 - CNPJ/MF Nº 33.846.695/0001-86

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

SÃO FRANCISCO DO OESTE/RN: Poemas do Professor Manoel Guilherme de Freitas

Na rede
Sintonizado ou deitado?
Não. Conectado, isolado,
pois está preso a sujeitos ocultos,
que dizem muitas coisas,
embora não seja a verdade!
 
É fala aqui,
curtidas ali/acolá,
comentam cá/lá.
Contudo, são muitas
asneiras, besteiras, utopias,
sem que ocorra algo.
Logo, não é segura, firme, coerente,
há uma vida decente.
 
Porém, não diminui a importância,
já que traz a esperança
de encontros marcados, 
contato que sejam efetivados
pela rapidez da mídia.

Curiosidade
De saber, de entender
o íntimo humano, ou as falácias 
da vida? Sei lá?
 
Só sei que estou
de tantas tarefas,
mas uma é especial, genial,
que alimenta o ego.
 
Logo, o status humano,
que me satisfaz,
completa-me com o conhecimento
oriundo dela,
espero que dê certo,
mais uma vitória,
que seria um glória
para quem a procura!
 
Está perto ou longe,
quiçá, o resultado
seja produtivo,
pois não suportaria,
o negativo
pelo esforço praticado,
mas como Deus é uma graça,
vai dá tudo certo!

MÁQUINA 
O homem domina ou
escraviza nela?
Ou mesmo pensa, age,
consoante instinto
de consumir, de dominar, de apoderar
de uma linguagem estática?
 
Sei não, só sei
que tem reações,
sabem lá de onde?
Que podem dar erradas,
assim sendo, num relapso de segundos,
o técnico virou pó, nada.
 
Ela é morta, será?
Ou dissimulada, covarde,
capaz de tirar vidas?
Não é mecânica? Ferro?
Será que reage, sente, num silêncio..........
Que ninguém percebe?
 
E foi assim...
No dia, que o caçador virou caça,
dos destroços da máquina.
Esta ferrante, alienante,
que destrói passadas,
traços, sonhos
no labirinto fechado, enigmático
da vida.