
Um verdadeiro cenário de destruição e comoção tomou conta do bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante, neste sábado (8). Após horas intensas de trabalho das equipes de resgate, duas mo.rtes foram confirmadas no desabamento de um galpão em construção.
As víti.mas foram identificadas como Rodolfo Nobre, filho do proprietário da obra, e Antônio da Silva, conhecido como Toinho, que trabalhava como pedreiro. Rodolfo só estava no local porque havia decidido substituir um funcionário que havia recebido folga. O trabalhador que ficou em casa, Josenilson Ferreira, emocionado, desabafou:
“Era pra ser eu ali…”
Enquanto isso, a dor tomou conta da família de Antônio. O pedreiro, pai de dois filhos, teve a vida interrompida de forma br.utal. Parentes e amigos chegaram ao local e entraram em desespero diante da cena devastadora.
Uma terceira pessoa ficou ferida e foi socorrida às pressas para o hospital. Ela poderá ser peça-chave para esclarecer o que realmente aconteceu.
Os corpos das vít.imas foram removidos pela Polícia Científica, enquanto a Polícia Civil investiga as causas do desabamento. A Defesa Civil de São Gonçalo do Amarante revelou que não há registro nem autorização para a obra, levantando suspeitas de irregularidades gr.aves.
O clima é de indignação e luto. A tragédia expõe mais uma vez os riscos de construções sem fiscalização e deixa famílias despedaçadas em busca de respostas.
Um verdadeiro cenário de destruição e comoção tomou conta do bairro Jardins, em São Gonçalo do Amarante, neste sábado (8). Após horas intensas de trabalho das equipes de resgate, duas mo.rtes foram confirmadas no desabamento de um galpão em construção.
As víti.mas foram identificadas como Rodolfo Nobre, filho do proprietário da obra, e Antônio da Silva, conhecido como Toinho, que trabalhava como pedreiro. Rodolfo só estava no local porque havia decidido substituir um funcionário que havia recebido folga. O trabalhador que ficou em casa, Josenilson Ferreira, emocionado, desabafou:
“Era pra ser eu ali…”
Enquanto isso, a dor tomou conta da família de Antônio. O pedreiro, pai de dois filhos, teve a vida interrompida de forma br.utal. Parentes e amigos chegaram ao local e entraram em desespero diante da cena devastadora.
Uma terceira pessoa ficou ferida e foi socorrida às pressas para o hospital. Ela poderá ser peça-chave para esclarecer o que realmente aconteceu.
Os corpos das vít.imas foram removidos pela Polícia Científica, enquanto a Polícia Civil investiga as causas do desabamento. A Defesa Civil de São Gonçalo do Amarante revelou que não há registro nem autorização para a obra, levantando suspeitas de irregularidades gr.aves.
O clima é de indignação e luto. A tragédia expõe mais uma vez os riscos de construções sem fiscalização e deixa famílias despedaçadas em busca de respostas.
SEM MORDAÇA RN

